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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

The Flash - Primeiras impressões


The Flash é um personagem da DC Comics criado em 1940. Desde lá, vários vestiram a "capa" do herói Flash. Introduzo isso para você entender o quanto há uma diferenciação em relação ao Flash das HQs e o Flash da série.



Na série, Flash compartilha do mesmo universo que Arrow e Super Girl. Arrow já aparece em alguns episódios da primeira temporada, o que é interessante, pois Arrow segue uma linha mais "sombria" do universo DC na tv. Flash é um personagem mais carismático, há bons momentos de humor que não vemos muito em Arrow. No mais, é uma boa série com momentos de ação, mas não é uma das minhas preferidas (prefiro Demolidor, me julguem). Mas se você está querendo entretenimento num final de semana, The Flash pode ser uma boa escolha.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Jessica Jones ou como as heroínas podem sofrer

Sem spoilers, tá? Não sou má ;)



Esses dias assisti Jessica Jones. Entre muitas resenhas que li antes de me aventurar no Netflix, vi que realmente: adolescente escrevendo sobre coisas que envolvem a "realidade" é uma tristeza. Muitos ignoraram a narrativa interessante e o suspense de Jessica Jones pela falta de "ação", pelas lutas não serem sincronizadas, por não ter mulheres (sic) gostosas. Mas vamos por partes.

Pra quem leu as HQs de Alias (ainda não terminei tudo), sabe que é muito mais pesado. Embora na série aconteçam momentos realmente chocantes, ela é muito mais sobre como Jessica consegue superar o trauma do violamento que sofreu tanto do corpo como da mente por Kilgrave. Talvez essa seja a reclamação de muitos fãsdocaptainamerica que esperavam mais ação, uma coisa mais lúdica.

Só que não tem como tratar abuso sexual de uma maneira lúdica. O material base de Jessica Jones vem de uma revista com selo adulto, é dor e sofrimento (sorry, bro). Mas não, não chega a ser um GOT da vida: a série tenta recriar o mundo de Jones a imagem e semelhança do nosso mundo. Assim como no nosso mundo, há momentos em que você sente-se extremamente vulnerável, mas há momentos de incrível força, como a de Jessica Jones.


domingo, 6 de dezembro de 2015

Resenha: Sybil

O cinema já explorou a torto e a direito sobre o transtorno de múltiplas personalidades. Até hoje não sabemos o que causa e ainda há muita gente que o confunde com o transtorno bipolar. Mas vamos por partes: o transtorno bipolar se caracteriza  pela mudança de humor. É o mesmo ser triste ou alegre além do saudável. O transtorno de múltiplas personalidades não: são de fato várias "pessoas" dentro de uma só, normalmente não tão desenvolvidas quanto o ser que "habitam". É nesse contexto que está o livro Sybil, de  Flora Rheta Schreiber.



Para não estragar muito certas partes do livro, digo que Sybil é um livro fascinante não só por explorar o tema das múltiplas personalidades, mas também a questão do abuso infantil. Sybil só desenvolveu o transtorno devido a alta carga traumática que foi exposta na infância, passando a se refugiar em um mundo de fantasia que "explodiu" para fora com as outras personalidades.
Até hoje o livro é questionado, pois a psiquiatra que atendeu Sybil induziu a aparição de certas personalidades com uma espécie de droga. Mas o interessante é que o relato de Sybil bate com o de muitas pessoas que sofrem desse mal, e certamente jogou luz sobre esse raro transtorno.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Review: O Lado Bom da Vida, de Matthew Quick


Provavelmente você só deve conhecer o filme, que rendeu um Oscar de melhor atriz coadjuvante para Jennifer Lawnrence. Mas não vou dizer o velho clichê  "o livro é melhor que o filme".  O Lado Bom da Vida é um daqueles belos exemplos de como cinema e literatura, apesar de parecerem quase a mesma coisa para os mais leigos, são linguagens totalmente diferentes.




Para começo de conversa o livro é bem mais, por assim dizer, subjetivo que o filme. Vemos Pat indo e voltando em suas memórias, memórias que ele quer esquecer mas que estão lá de qualquer jeito. Ele tenta reconstruir a sua vida em volta do possível retorno ao relacionamento com Nikki. Mas aos poucos nós e o próprio Pat percebemos que "é, não vai rolar". Nesse contexto ele conhece a Tiffany, tão quebrada e mal resolvida quanto ele. Ela o ajuda a superar o antigo relacionamento.
Dito isto, faz parecer que O Lado Bom da Vida é apenas mais um livrinho romântico no meio de tantos do Nicolas Sparks.
Mas não.
 O livro trata sobre pessoas com problemas psiquiátricos e seus familiares, mas sem a maneira dramática que estamos acostumados. Não posso dizer que é um livro engraçado, mas tem os seus momentos, que quebram a atmosfera pesada que é o tema das doenças mentais e dá uma luz sobre o que pode ser a vida dessas pessoas.
Esse é o lado bom da vida: apesar das personagens lutarem contra seus problemas interiores, elas tem a esperança de recomeçar uma nova vida, e quem sabe até um novo amor.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Nintendo Wii U, XBox One ou Plastation 4? - Vamos falar sobre o Nintendo Wii U



Muito se fala nos 3 consoles, muita besteira se fala. Há os que endeusam o PS4 (essa é a maioria). Mas se você caiu de para-quedas e anda querendo uma análise menos técnica da coisa toda, vamos pela diversão mesmo.
O Wii U é para quem quer diversão em grupo. Seus jogos parecem ser muito voltados para isso, tirando os das franquias que vem desde a era 2D (mas até estes começaram a vir com opções REALMENTE multiplayer, não vale citar o fato de você jogar primeiro e o seu irmão depois). É um console para quem gosta dos jogos que seguem a tradição "das antigas" e reformuladas, sem perder o sabor da nostalgia.
Pessoalmente, compraria um Wii U. Mas eu sempre quis ter um 64, será que rola em pleno 2015 (indo pra 2016)?
Obs: quero deixar claro que não sou nenhum expert mesmo. Só uma pessoa que joga e liga tudo a sentimentos e frases alheias. Não levem a sério.